Quem me conhece sabe que sou assim... gordinha. Pois então, estava eu, linda e saltitante indo para o meu cursinho, quando fui surpreendida por um locutor, sei lá. Esses caras que ficam falando as promoções das lojas com um microfone. Eu soube que ele estava mexendo comigo quando começou falando: "Lá vem ela, maravilhosa, desfilando, elegante..."
Estufei o peito, joguei o cabelo me sentindo como, né? Perigosíssima! Foi então que ouvi: "Tá um pouquinho acima do peso mas tá bom!".
Filho da puta.
Este aqui é pra refletir e ver que nem tudo pode ser tão ruim. Vou expor aqui algumas situações do meu cotidiano pra vocês analisarem e ,quem sabe, rirem um pouco. Sejam bem vindos!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Já se identificou com uma música?
Filosofia Maria Gadú
O mundo me condena
E ninguém tem pena
Falando sempre mal do meu nome
Deixando de saber
Se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome.
Mas a filosofia
Hoje me auxilia
A viver indiferente assim.
Nesta prontidão sem fim
Vou fingindo que sou rico
Para ninguém zombar de mim.
Não me incomodo
Que você me diga
Que a sociedade
É minha inimiga.
Pois vivendo neste mundo
Vivo escravo do meu samba
Muito embora vagabundo.
Quanto a você
Da aristocracia
Que tem dinheiro
Mas não compra alegria
Há de viver eternamente
Sendo escrava desta gente
Que cultiva hipocrisia.
O mundo me condena
E ninguém tem pena
Falando sempre mal do meu nome
Deixando de saber
Se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome.
Mas a filosofia
Hoje me auxilia
A viver indiferente assim.
Nesta prontidão sem fim
Vou fingindo que sou rico
Para ninguém zombar de mim.
Não me incomodo
Que você me diga
Que a sociedade
É minha inimiga.
Pois vivendo neste mundo
Vivo escravo do meu samba
Muito embora vagabundo.
Quanto a você
Da aristocracia
Que tem dinheiro
Mas não compra alegria
Há de viver eternamente
Sendo escrava desta gente
Que cultiva hipocrisia.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Respostas são sempre bem-vindas!
Sabe, eu gosto de responder perguntas. Me perguntaram esses dias porque eu não continuei na faculdade. Simples: quando algum professor perguntava o por que da escolha de cursar Farmácia, a maioria dos alunos respondia que adorava Química, Biologia, Matemática, Física, essas coisas. Quando chegava a minha vez de responder, eu dizia: "Porque foi a nota que deu!". Me perguntaram porque eu gosto tanto de ir pra Ilha Grande, e eu respondi: "Porque é onde dá." Me perguntaram também porque eu não compro roupa na Calvin Klein, e eu respondi: "Porque não dá!". No final das contas é mais fácil eu colocar uma plaquinha no pescoço escrito: "Não tenho dinheiro, porra!"
domingo, 10 de abril de 2011
Por quê?
Por que beber é tão bom?
Por que dançar é tão bom?
Porque rir é tão bom?
Não sei. Vou ali ver, depois eu te conto.
Por que dançar é tão bom?
Porque rir é tão bom?
Não sei. Vou ali ver, depois eu te conto.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Coisa séria
Eu tento ser engraçada. Tento. Mas agora vim aqui pra falar de uma coisa séria. Gente, vamos abrir os olhos para o que está acontecendo com o mundo. A que ponto chegamos? Que mundo é esse em que as pessoas matam outras pessoas? Outras crianças?
Ninguém precisa aprender na marra como se faz pra resolver seus próprios problemas. Quem é essa pessoa que se acha no direito de tirar vidas que mal começaram? Onde está a justificativa para tanta inconsequência?
Por meio desta venho fazer um apelo aos meus poucos leitores: não deixem que isso seja só mais um ato de violência. Não deixem que isso vire uma crônica interminável e infeliz.
São essas coisas que servem pra nos alertar, pra abrir nossos olhos. Agora é tarde e muitas pessoas estão sofrendo nesse exato momento por seus filhos, irmãos, netos que nunca mais vão voltar da escola.
Faça a sua parte, caro leitor. Ajude quem puder, como puder e onde puder. Seja solidário. Eu sei que você é capaz. Muito, muito obrigada apenas por ler essa postagem.
Ninguém precisa aprender na marra como se faz pra resolver seus próprios problemas. Quem é essa pessoa que se acha no direito de tirar vidas que mal começaram? Onde está a justificativa para tanta inconsequência?
Por meio desta venho fazer um apelo aos meus poucos leitores: não deixem que isso seja só mais um ato de violência. Não deixem que isso vire uma crônica interminável e infeliz.
São essas coisas que servem pra nos alertar, pra abrir nossos olhos. Agora é tarde e muitas pessoas estão sofrendo nesse exato momento por seus filhos, irmãos, netos que nunca mais vão voltar da escola.
Faça a sua parte, caro leitor. Ajude quem puder, como puder e onde puder. Seja solidário. Eu sei que você é capaz. Muito, muito obrigada apenas por ler essa postagem.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Recordar é viver
Estava lembrando de uma certa ocasião em que após algumas doses de José Cuervo, resolvi chegar em um cara pela primeira vez. Sério, pra uma mulher isso é mega difícil. Era carnaval (essa palavra me trás boas lembranças), e há alguns metros de mim estava algo que posso chamar de divino. A visão mais bonita de todas, o homem da minha vida!
Na boa, o cara era alto, moreno, forte, estava sem camisa ao lado de um carro de som. Volto a falar que estava sob o efeito de José Cuervo. Pedi a opinião de algumas pessoas que estavam perto de mim que disseram: "Cara, é carnaval!". Fui. Dei um "oi" muito aproveitador (que feio!) e comecei a puxar papo. Percebi que o Deus Grego que eu conversava estava ficando visivelmente constrangido. Entendi o recado e voltei pras minhas amigas com cara de choro: " Fui rejeitada! Nunca mais vou fazer isso de novo!".
Uma delas falou que não era possível e foi conferir. Daqui a pouco volta ela: "É viado! Quer dizer, eu perguntei 'você é viado?' e ele disse 'viado é uma palavra muito feia, sou homossexual.'".
COMO EU NÃO DESCONFIEI???? Não dá pra imaginar o alívio que eu senti ao saber. Depois disso nunca mais cheguei em homem algum. Prefiro assim, afinal, pra que mudar a ordem natural das coisas?
Na boa, o cara era alto, moreno, forte, estava sem camisa ao lado de um carro de som. Volto a falar que estava sob o efeito de José Cuervo. Pedi a opinião de algumas pessoas que estavam perto de mim que disseram: "Cara, é carnaval!". Fui. Dei um "oi" muito aproveitador (que feio!) e comecei a puxar papo. Percebi que o Deus Grego que eu conversava estava ficando visivelmente constrangido. Entendi o recado e voltei pras minhas amigas com cara de choro: " Fui rejeitada! Nunca mais vou fazer isso de novo!".
Uma delas falou que não era possível e foi conferir. Daqui a pouco volta ela: "É viado! Quer dizer, eu perguntei 'você é viado?' e ele disse 'viado é uma palavra muito feia, sou homossexual.'".
COMO EU NÃO DESCONFIEI???? Não dá pra imaginar o alívio que eu senti ao saber. Depois disso nunca mais cheguei em homem algum. Prefiro assim, afinal, pra que mudar a ordem natural das coisas?
terça-feira, 5 de abril de 2011
Falta do que fazer
Bom gente, essa é a primeira vez que eu posto aqui. Confesso um mero nervosismo. Aceitável, né!
Lembrei de uma coisa muito engraçada que aconteceu hoje. Estava eu no ônibus voltando pra casa, quando entrou uma figura um tanto peculiar. Era um rapaz, alto, moreno, com um rabinho de cavalo, sobrancelhas feitas de modo que ficassem finíssimas e de quebra, brincos dourados saculejando e refletindo a iluminação interna do ônibus. Não reparei em que hora entrou o sujeito número dois, um homem feio. Na verdade um peão de obra. Sabe esses meio paraíbas? Cara, o peão começou a encochar a biba! COMO ASSIM???? Todo mundo que passava, pedia licença e eles não se desgrudavam! Minha amiga Erika estava comigo. Eu a catuquei discretamente: "O cara ta encochando o outro!"
O pior é querer rir e não poder. Meu senso ético não me permite.
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